A  resposta para esta pergunta começa na oração.
Primeiramente escute a Deus: rezando, partilhando e observando o chamado de Deus nos fatos. Depois procure o coordenador da RCC de sua diocese para comunicar e partilhar sobre o início do novo GPR.

Depois estude atentamente o Texto-Base (veja na aba formações) em comunidade e faça um planejamento das ações que o grupo pretende desenvolver. Busque sempre a unidade com as instâncias (coordenações) da RCC e dos Profissionais do Reino existentes em sua cidade, diocese, estado e região. 

A Comissão Nacional de Profissionais (CNP) encontra-se à disposição para maiores esclarecimentos e devidas orientações pelo e-mail: gprsbrasil@gmail.com ou comunicacaonacionalpdrs@gmail.com Há também uma lista no WhatsApp para coordenadores e representantes dos profissionais. Encaminhe, então, um e-mail para um desses endereços informados anteriormente solicitando sua inserção.

O coordenador do GPR deverá ainda cadastrar o seu grupo no site da RCC www.rccbrasil.org.br no mesmo lugar em que são cadastrados os Grupos de Oração. Solicitamos que o coordenador coloque a sigla GPR antes do nome do grupo ex.: GPR Santos Anjos ou GPR Ribeirão Preto. 

A responsabilidade sobre a atualização dos dados do GPR no site da RCC, neste caso, é do coordenador do GPR. Frisamos que é importante fornecer um e-mail para contato.

OS PARTICIPANTES DE UM GPR PRECISAM FREQUENTAR UM GRUPO DE ORAÇÃO?

A prática da espiritualidade pentecostal da RCC nos Grupos de Profissionais do Reino já contempla a vivência do Batismo no Espírito Santo, dos carismas, a acolhida, o louvor, a oração, a partilha da Palavra e o envio. Dessa forma, seus participantes já realizam no próprio grupo a sua pertença carismática concernente à identidade da RCC, sendo-lhes facultativo participar ou não de outro do GO (Grupo de Oração) da Diocese.

Essas características tornam o GPR uma comunidade que busca por um lado, agregar e aprofundar a formação integral de seus membros, e por outro, resgatar alguns princípios das primeiras comunidades cristãs, como nos pediu o papa Bento XVI durante seu pontificado para a vivência pastoral de pequenas comunidades, privilegiando a partilha de vida entre os membros como nas comunidades primitivas do Cristianismo.

QUAL A PERIODICIDADE DO GPR?

Recomendamos que as reuniões sejam semanais ou que não ultrapassem o intervalo de 15 dias, zelando-se, dessa forma, pela espiritualidade e pelo vínculo comunitário.

QUAL O NÚMERO DE PARTICIPANTES RECOMENDADO PARA O GPR?

Os GPRs buscam formar comunidades nas quais o convívio seja o mais pessoal possível e em que os membros possam estabelecer relações de convivência amadurecidas pela caminhada perseverante do grupo, gerando uma autêntica identidade comunitária. Para tanto, recomendamos que o grupo seja pequeno, devendo cuidar para que o momento da partilha aconteça efetivamente. Para este momento sugerimos de 8 a 12 pessoas, ou um número suficiente para que todos possam partilhar. 

Caso o grupo venha crescer muito, deve-se escutar a Deus para discernir se é o momento para começar mais um (outro) GPR na sua diocese. Por isso, é importante cultivar o ardor missionário nos participantes do seu GPR, para que, no momento em que houver a necessidade de formar um novo GPR, os participantes acolham com alegria a possibilidade de ir para uma nova terra em missão.

QUAL A ESTRUTURA DE UM GPR?

A estrutura do GPR foi se consolidando a partir da prática das comunidades existentes. Portanto, a estrutura que apresentamos é uma compilação de vários referenciais de GPRs no país, acreditando que se não for a melhor é ao menos a mais respeitosa forma de gerar unidade estrutural entre os Grupos já existentes e os novos que virão. A preocupação com a coesão no aprofundamento e vivência dos cinco pilares com ênfase na oração de Batismo do Espírito Santo, na formação e na partilha, nos leva a orientar que as reuniões do GPR tenham em média duas horas de duração semanais.

As reuniões do GPR, como espaço e tempo de crescimento, são compostas de três momentos:

  1. Oração e Espiritualidade Pentecostal: a) Acolhida; b) Oração de Louvor (diversas formas, ex. Louvor individual; “A Boa da Semana” – onde cada membro partilha algo de bom que tenha acontecido durante a semana e todos louvam pela “Boa da Semana” de cada irmão, visando a comunhão através do louvor); c) Efusão no Espírito Santo (lembrando do silêncio orante para emprego dos dons carismáticos) d) Anúncio da Palavra de Deus; e) Envio – avisos e síntese da reunião para vivência durante a semana (final do grupo).
  2. Formação integral: Espiritual/ Doutrinária/ Humana (Tentando intercalar cada tipo de formação durante o mês).
  3. Partilha: conforme orientações dadas na Parte II item 1.1.2 do Texto-Base.
  4. Sugerimos que se o GPR possuir alguma ação social se tenha de 10 a 15 minutos durante as reuniões para se tratar da mesma. Assim sugerimos, como uma estrutura básica, a presença de um coordenador e de pessoas ou equipes que possam dar concretude aos serviços necessários: intercessão, formação, acolhida (pastoreio), projetos sociais, secretaria, etc.

É fundamental que haja uma pessoa, geralmente o coordenador ou alguém orientado por ele, para organizar, orientar e dinamizar a partilha e uma pessoa ou mais para organizar as formações que devem ser planejadas com antecedência (planejamento mensal, semestral ou anual) de acordo com a necessidade da comunidade, observando as sugestões da CNP.

Com relação à espiritualidade, as reuniões de preparação devem ser semanais (caso o GPR seja semanal), sendo definido anteriormente quem conduzirá a oração, podendo ser uma dupla, a qual deverá se reunir para orar e preparar a espiritualidade (condução, dinâmicas, pregação, orientações da partilha a partir da palavra suscitada pelo Espírito Santo).

Em alguns GPRs existem núcleos e as reuniões são organizadas logo após o encontro do GPR ou em outro dia, com escuta da vontade de Deus. Em outros, a reunião de preparação é mensal, onde são definidas as pessoas (geralmente duplas) daquele mês, as quais irão preparar o momento de espiritualidade para o encontro subsequente.

Há GPRs em que não existem núcleos, sendo o próprio grupo a tomar as decisões que direcionam a comunidade, principalmente através da oração de todos e de equipes de serviço (o GPR por ter poucas pessoas é seu próprio núcleo).

Enfatizamos que as reuniões devem ser bem preparadas, pois precisamos zelar pelos irmãos que dedicaram seu tempo a estarem conosco na reunião do GPR e pela obra que o Senhor nos confiou, isso mostra a importância do Planejamento Estratégico de cada GPR e da boa preparação de cada reunião, preferencialmente envolvendo a todos os membros do grupo, visando o comprometimento de todos no crescimento do grupo.

 

 

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